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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Vereadores de Envira pedem cassação de Irmão Jorginho

Vereador Jorge Pinheiro, que alugou prédio usando nome da esposa para Prefeitura, teve cassação pedida por demais pares

Envira - Os vereadores da Câmara Municipal de Envira, no Amazonas, deram entrada na última sexta-feira (19), em um pedido de cassação do Vereador Raimundo Jorge Pinheiro, mais conhecido como ‘Irmão Jorginho’ (PP), devido ao cometimento de possíveis atos ilegais que vão de encontro com o Regimento Interno do Poder Legislativo municipal de Envira, onde diz que não é permitido ao parlamentar firmar contrato com a Prefeitura Municipal.

De acordo com os denunciantes, o acusado em teria falado plenária, sem quaisquer constrangimentos ou receio que é casado no civil com sua esposa, e que o prédio que atualmente encontra-se alugado para a prefeitura, está no nome da mesma. 
Tivemos acesso ao extrato do contrato e as informações nele contidas apontam que “o prédio estaria alugado para a prefeitura desde a data de 02/04/2021”. Contudo o serviço de telemedicina, que deveria está sendo realizado no prédio, não vem sendo realizado no local, o mesmo encontra-se fechado até o presente momento. As consultas médicas realizadas a partir deste serviço estão sendo realizadas em uma sala, disponibilizada no prédio da Secretaria Municipal de Saúde. 

Os parlamentares e a suplente da vaga ocupada pelo Ir. Jorginho na Câmara, deram entrada no pedido de cassação do mandato do mesmo, na acusação ele teria tentando 'driblar' a lei, ao alugar o prédio no nome de sua esposa para Prefeitura, mesmo tendo declarado, em outro momento, que o prédio era seu.

‘Irmão Jorginho’ teria tentado "burlar" as regras da casa legislativa.

Segundo os denunciantes, o acusado tem total conhecimento do regimento interno da casa, afinal ele possui uma carreira política extensa, o vereador teria utilizado destes artifícios para burlar, fugir da regra, a qual tem pleno conhecimento, o vereador teria lançado o nome de sua conjugue para disputar a dispensa de licitação, no entanto, esqueceu que o imóvel locado para a Prefeitura de Envira, é de sua propriedade, que inclusive consta em sua declaração de bens, enviada ao TRE-AM no ato de posse de sua vaga nesta Casa.

A sociedade envirense agora aguarda o desfecho dessa história! Afinal, de acordo com os ritos legais deste Poder Legislativo, o presidente da Câmara tem 15 dias para por o pedido de cassação em votação.

O então parlamentar tem tido recorrentes questões no mínimo estranhas para resolver, no decorrer deste ano, em abril deste ano - mesmo mês em que a carta-contrato foi publicado no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas -  a nossa redação publicou matéria denunciando viagem de férias realizada pelo mesmo durante período em que estava recebendo diárias como vereador, o ‘Irmão Jorginho’ teria viajado, representando seus eleitores para a capital de Manaus, contudo o mesmo encontrava-se em Recife-PE, tendo em seguida que devolver as diárias recebidas. 




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