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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Kenzie Academy Brasil planeja expansão no Norte do país

Recentemente, a edtech recebeu aporte de R$8 milhões e pretende acelerar o crescimento no país com polo educacional na capital do Amazonas

Daniel Kriger (CEO) e Ugo Roveda (COO), cofundadores da Kenzie Academy Brasil

A escola de programação de origem norte-americana, Kenzie Academy Brasil, já tem planos para acelerar seu crescimento no país. A partir do aporte de R$8 milhões, recentemente recebido pela E3 Negócios, consultora estratégica à frente de fundos de venture capital, a edtech iniciou o processo de abertura de um novo polo educacional na Zona Franca de Manaus, localizado no Amazonas, que deve ser inaugurado no segundo semestre deste ano.

"Além de desenvolver ferramentas e tecnologia para melhorar ainda mais a qualidade do nosso ensino, 100% online para todo o Brasil, queremos expandir esse ecossistema, especialmente na região Norte, com a criação de uma escola no Amazonas, como a sede que temos no Paraná. Com isso, vamos estimular o mercado de trabalho local com a abertura de vagas aos profissionais da região", afirma Daniel Kriger, cofundador e CEO da Kenzie.

No Brasil, a Kenzie Academy é liderada pelos empreendedores Daniel Kriger, ex-Positivo Tecnologia, e Ugo Roveda, ex-Bcredi, e tem como propósito transformar vidas por meio da educação, de forma rápida e prática, sem abrir mão da qualidade. Por acreditar que o aluno estará apto para assumir cargos na área de tecnologia ao finalizar o curso, a escola aplica o método de financiamento inovador (Income Share Agreement - ISA).

"Quando identificamos o ISA como tendência no mundo, resolvemos trazer a Kenzie Academy para o Brasil para expandir o acesso ao ensino qualificado em tecnologia, pois queremos diminuir a escassez de profissionais no país e elevar o nível de pessoas programadoras que entregamos ao mercado", conta Roveda, cofundador e COO da edtech.

Já utilizado pela maioria dos mais de 400 alunos da escola de programação, o método ISA, proporciona o pagamento do curso após a conclusão dos estudos. Somente depois de conseguir colocação profissional com uma remuneração acima de R$ 3 mil, o aluno passa a devolver 17% da renda para a Kenzie por até 60 meses.

"Precisamos reduzir a carência de desenvolvedores formados com qualidade e rapidez e a Kenzie faz parte desta revolução. A qualificação de profissionais capacitados da área de tecnologia da informação deve fazer parte de uma estratégia de desenvolvimento nacional, pois a falta deles atrasa a digitalização de diversos setores cruciais para a competitividade e crescimento da economia brasileira", comenta Bruno Freitas, diretor de investimentos da E3 Negócios.

A Kenzie iniciou sua operação em janeiro de 2020 e já teve mais de 50 mil interessados em seu curso, posicionando-se como alternativa ao ensino superior e realizando o sonho de milhares de pessoas que desejam ingressar no mercado de tecnologia. Totalmente online, e com aulas ao vivo para todo o Brasil, o curso conta com 2.000 horas de estudos, concluídas em 12 meses.

Simulação do mercado de trabalho

Toda a estrutura de aprendizagem na Kenzie é projetada para simular o mercado de trabalho e o dia a dia de um desenvolvedor. Com metodologia desenvolvida por engenheiros de software do Vale do Silício, comprovada internacionalmente, a escola traz em sua grade curricular linguagens e tecnologias modernas de front-end e back-end, muito utilizadas no mercado, como HTML, CSS, JavaScript, React, SQL e Python.

Além disso, a escola tem um programa interno que tem como premissa garantir ao estudante um aprendizado de qualidade e inseri-lo no mercado de trabalho rapidamente, o que acontece por meio de mentoria de carreira e parcerias com outras empresas, como Ebanx, Banco Bari, James Delivery e Creditas, que aceleram essa contratação.

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