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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

O verdadeiro perigo da #ReformaAdministrativa


Toda a sociedade brasileira sabe que é necessário e urgente que ocorram reformas no Brasil, contudo a de se ter um cuidado enorme ao propô-las. Dessa vez o bode expiatório é outro, o servidor público

Vimos no decorrer desses últimos anos diversas reformas que na boca de seus defensores "salvariam" a economia brasileira.

É preciso aprovar a Reforma Trabalhista e da Previdência para o Brasil voltar a crescer!

Pois então, o desemprego não para de subir e agora querem destruir o serviço público. 

Olhem um dado interessante, nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico ou Económico), os servidores públicos são, em média, 22% da força de trabalho. No Brasil, são apenas 12%. O inchaço na máquina pública é mais uma mentira de Bolsonaro para culpar os trabalhadores, aprovar uma Reforma Administrativa que na prática não irá desqualificar e agredir o servidor concursado, além de desconsiderar a Constituição Federal, abre brechas enormes para ilicitudes e para mais cargos comissionados. É a institucionalização do apadrinhamento e da tão conhecida rachadinha. (taokey!)

ME DIGAM AMIGOS, ISSO É MODERNIZAR O ESTADO?

A PEC da Reforma Administrativa implementa o treinee, o vínculo de experiência, fim da estabilidade e a terceirização. É o fim do serviço público. Além de tirar a estabilidade do servidor e deixá-lo mais vulnerável à corrupção. O serviço Público terceirizado, a ampliação de comissionados nos lugares de cargos técnicos concursados. Isso faz com que os serviços públicos não atendam à população, mas ao político e ao patrão. 

Com a reforma administrativa da forma como está proposta, órgãos e serviços públicos podem ser extintos ou entregues a empresários que visam apenas o lucro. Seria o fim da SUS, da produção de remédios, vacinas e da educação pública. 

Aqui no Amazonas conhecemos bem a realidade de empresas terceirizadas comandando o quadro de pessoal dentro dos hospitais públicos do Estado, pagamentos atrasados e serviço mau prestado.

Há sim que se fazer reformas, mas por quê não uma reforma no salário dos detentores de mandato eletivo, ministros e conselheiros dos tribunais de contas e membros da magistratura e do Ministério Público? Ou melhor, uma analise eficiente nos auxílios oferecidos para Deputados, Senadores, Presidente, Ministros, Magistrados, Militares, etc?

Por quê sempre o povo tem que pagar a conta dos desmandos, desgovernos, e de gestões incompetentes?




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