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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Para onde caminha a Educação Brasileira?

As trapalhadas de Vélez, ministro e pupilo de Olavo de Carvalho (o louco)

Alvo de duras críticas da parte direita do espectro político brasileiro, a educação vem sofrendo várias baixas nesse curto tempo do governo bolsonariano.

O ministro olavista Ricardo Vélez vem colecionado diversas polêmicas e problemas na gestão de uma das pastas mais importantes do governo.

Primeiro enviou e-mail às escolas de todo o País um e-mail orientando que os alunos fossem filmados cantando o Hino Nacional e em seguida que encerrassem o ato exaltando o slogan de campanha de Bolsonaro: "Brasil acima de tudo e Deus acima de todos".

Em entrevista para Veja criou uma nova polêmica ao afirmar que viajando, o brasileiro é um canibal. E se explicou, dizendo que nós brasileiros roubamos coisas dos hotéis, assento salva vidas de avião e finalizou afirmando que os brasileiros "acham que saem de casa para roubar tudo" e que esse tipo de atitude tem revertido a Educação Brasileira.


Ao que parece esse (des) governo bolsonariano será feito às coxas, de qualquer jeito e no avança (isso se pudermos falar que alguns atos são avanços) e recua.

Vélez também já abriu a boca pra dizer que a universidade não é para é para todos e sim para uma elite burguesa e agora ele me vem com mais uma polêmica, que também podemos chamar de retrocesso. O olavista defendeu que os livros didáticos sejam revistos e alteradas sobre o Golpe de 64, na versão histórica do colombiano o golpe de 64 que culminou na ditadura, um período sombrio e negro na história brasileira foi uma "decisão soberana da sociedade brasileira" e que a ditadura militar teria sido um "regime democrático de força".

Ao que parece, a batata do pupilo de Olavo de Carvalho está assando e os militares que tem uma força descomunal nesse governo podem pedindo a sua cabeça, talvez seja por isso que Vélez esteja querendo "agradar" as forças armadas para se manter no cargo.


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