#GovernoBolsonaro: depois de 100 dias fica difícil achar algo bom - Envira News

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domingo, 28 de abril de 2019

#GovernoBolsonaro: depois de 100 dias fica difícil achar algo bom


E aí companheirada da resistência e afins, passados os 100 dias de (des) governo de Bolsonaro, você já sentou-se a mesa com seus tios e tias do zap zap e os questionou se estão satisfeitos com a atuação do capitão pateta na presidência?

Se não fez isso ainda meu amigo, lave a sua alma e faça! Vamos fazer o favor de lembrar os episódios cabulosos do Bolsotrasgo e sua trupe de maloqueiros!

Após vários trâmites legais dos primeiros dias o homem mostrou toda a sua "simplicidade" ao assinar o decreto que flexibiliza os critérios para a posse de armas no Brasil usando uma caneta bic.
Agora fica super fácil matar uma mulher durante uma briga de casal, ou um suicida conseguir êxito ao tentar tirar sua vida já que poderá possuir em sua casa uma arma de fogo.
Jair da massa mostrou a todos os brasileiros que diferente do Moluscão ele não sabe engabelar a plateia e não conseguiu manter um discurso decente por mais de 6 minutos, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Resultando viramos chacota mundial, e acredite não era era a última vez que seríamos envergonhados por esse trasgo.

É aquela coisa né, falou pouco e ainda falou merda!


Após o mico mundial em Davos, pensei, assim como muitos brasileiros, que demoraria um pouco de tempo para sermos envergonhados novamente, mas na primeira oportunidade, durante a viagem aos Estados Unidos da América. O Brasil está à venda, foi o recado que Bolsonaro e o fomigerado Paulo Guedes quando anunciaram uma série de acordos unilaterais, sem nenhuma contrapartida dos estadunidenses para conosco. Uma postura no mínimo entreguista, que afronta a soberania nacional e desrespeita o povo brasileiro.
  • Exploração comercial da Base de Alcântara;
  • Cota para importação do trigo sem taxas;
  • Fim da exigência de visto para estadunidenses; 
  • Entrega do Pré-sal.
Essas são apenas algumas das medidas anunciadas em viagem oficial que deixam clara a intenção de desmonte do Estado pela turma de Bolsonaro.
Em todas as oportunidades que esteve fora do país, Bolsonaro demonstrou uma capacidade inata de ser um completo imbecil: no Paraguai o capitão pateta fez elogio ao ditador Alfredo Stroessner e no Chile ao monstro Pinochet  ambos foram torturadores condenados por crime contra a humanidade.

Uma das maiores mancadas desse governo foi o ato de determinar que o golpe militar de 64 seja comemorado, isso mesmo pessoal o Bolsonaro exalta o regime de exceção, rasga a Constituição, Lei Magna do nosso país e atropela o Estado Democrático de Direito. Só pra lembrar que, durante a ditadura, o Congresso foi fechado, parlamentares foram cassados e o HC suspenso (AI-5), sem contar nos milhares de desaparecidos que até hoje não se sabem o que lhes aconteceu.

Tivemos também uma absurda fila de pessoas desempregadas em busca de uma oportunidade durante a feira de empregos no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo. Apesar do otimismo econômico com a entrada do novo governo, o percentual da população em desemprego subiu em relação ao trimestre anterior de 11,6% para 12,4% nos 3 meses até fevereiro, segundo o IBGE, mas para o capitão pateta o IBGE mentiu que não tem toda essa gente desempregada não.

Depois das catástrofes durante as viagens do presidente boladão a gente já fica esperando as micadas que o capitão vai fazer, e não deu outra. Em Israel Bolsonaro sugere ser possível "perdoar" o Holocausto, - O HOLOCAUSTO!!!!!!! - e causa indignação em Israel, aqui no Brasil ele surpreende zero pessoas com esses discursos imbecis. Depois, da fala desastrosa o Museu do Holocausto e presidente israelense dizem que ninguém tem esse direito: 
"Sempre vamos nos opor a quem nega a verdade - nunca vamos perdoar nem esquecer". 
Depois teve aquele discurso tosco dos paraquedistas e o hiato constrangedor quando ele esperou aplausos e apenas os grilos cantaram. 

De volta ao Brasil tivemos a visita desastrosa do posto Ipiranga a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em Brasília. A audiência foi marcada por tumulto após bate-boca entre o ministro e o deputado federal Zeca Dirceu.

As últimas MICADAS DESSE GOVERNO, foi a censura ao comercial do Banco do Brasil.












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